domingo, 2 de dezembro de 2012


Reflexão 3


De fato, avaliar uma atividade não é algo tão fácil. São muitas reflexões que devemos considerar: Como o trabalho dos alunos mostra competências e conhecimentos desenvolvidos na atividade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos, baseados nos critérios da atividade? Como pode ajudar o aluno a consolidar os pontos fortes? Quais as sugestões que tem para ajudar o aluno a aprimorar aspectos em que ele está mais fraco?
Com o pensamento de alguns estudiosos da Educação retirados da Revista Escola (2012) podemos refletir sobre os pontos colocados acima.
“Para que a avaliação sirva à aprendizagem é essencial conhecer cada aluno e suas necessidades. Assim o professor poderá pensar em caminhos para que todos alcancem os objetivos”. Denise Pellegrini ( 2003)
Quando o educador discute com os estudantes os objetivos de uma atividade ou unidade de ensino, dá meios para que eles acompanhem o próprio desenvolvimento.
E isso pode ser feito por meio da auto avaliação . "Se o professor quer que os alunos se avaliem, deve explicitar por que e para que fazer isso. Ele precisa perceber como essa prática ajuda a direcionar todo o processo de aprendizagem", diz Janssen Felipe da Silva.
Para que possamos avaliar uma atividade, faz-se necessário estabelecermos parâmetros para mensuração. A concepção da atividade deve estar relacionada ao aspecto a ser avaliado, mas devemos ter muito cuidado para não limitarmos a compreensão do aluno à nossa compreensão.
"Cabe ao professor listar os conteúdos realmente importantes, informá-los aos alunos e evitar mudanças sem necessidade", completa Léa Depresbiteris, especialista em Tecnologia Educacional e Psicologia Escolar.
Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, lembra que a boa avaliação envolve três passos: 
·       Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);
·       Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);
·       Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).
Como ponto forte, imagino esse estudo possibilitando ao aluno conexões, descobertas de novas possibilidades, despertar o interesse por novos assuntos relacionados, ou seja, conhecimento gerando sede de conecimento. O aluno poderá consolidar pontos fortes consolidando o seu prazer pela pesquisa, mergulhando em novos tópicos.
Para aprimorar pontos fracos mais uma vez acredito na utilidade dos conhecimentos, não pode existir interesse em aprimorar o que não tem uso, o que não se vê serventia. O aluno precisa enxergar a utilidade, a importância de determinado conhecimento para a construção da sua história.

 Referências Bibliográficas
Paulo Freire. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996 Coleção Leitura.
Denise Pellegrini, Revista Nova Escola  http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/avaliacao/avaliar-ensinar-melhor-424538.shtml   (em 01/12/12)
Material de Aula da Disciplina – UFC Virtual

Reflexão 2


Até que ponto os comentários do tutor apoiam a aprendizagem? O que é mais e menos útil nos comentários do tutor, e por quê? Como é que responderia como aluno, se o seu trabalho fosse avaliado desta maneira?

O aluno sempre tem no Tutor uma referência, o aluno valoriza o feedback do professor. Para isso, tem que existir compromisso do professor. Cabe ao tutor facilitar o processo de aprendizagem, apresentando onde houve a falha ou a compreensão equivocada, ou mesmo reconhecer uma nova maneira de ver aquele determinado assunto, pois segundo Paulo Freire (1996, p. 33), deve existir um respeito do professor aos saberes do aluno, discutir com o aluno a razão de ser de alguns desses saberes em relação aos conteúdos apresentados. Posso fazer uma comparação entre o processo de avaliação do aluno, com o processo de controle na Administração. Objetivos são estabelecidos, existem os parâmetros e ao longo do desenvolvimento esses parâmetros são comparados, caso estejam dentro do previsto, segue o processo, caso não corresponda ao esperado, medidas corretivas devem ser colocadas em prática.

 Assim o professor procede, acompanha o desenvolvimento do aluno e sinaliza quando a aprendizagem não está acontecendo. O aluno espera ter no tutor um incentivo para continuar, recebendo desssa maneira um feedback de seu caminhar.

Reflexão 1

Que expectativa você acha que seus alunos têm da avaliação? Como aluno, o que é que você esperaria de um tutor nas tarefas de avaliação?

Normalmente, os alunos têm a preocupação inicial em saber “o que vai cair”, ou seja, percebo que existe uma ansiedade em saber que aspectos serão perguntados e, preferencialmente que o professor dê algum indício dos assuntos. Mas em seguida vem a preocupação com a nota, fazem as contas e já sabem o mínimo que devem tirar “para passar”. Quando a nota é boa, o aluno sempre diz que “tirou”, mas quando é baixa, “foi o professor quem deu”.

Na realidade os alunos temem a avaliação, ou por não terem estudado, ou por insegurança ou ainda, por medo de qua o professor não tenha a atenção necessária para entender nas entrelinhas o que eles quiseram dizer. Acredito que o ser humano sempre teme uma ‘avaliação’, é o sentimento natural de temer não ser ‘aprovado’, não só na disciplina, mas no próprio ambiente onde se relaciona.

Como aluno, espero do meu avaliador uma atenção para comigo, confirmando que recebeu meu trabalho no prazo, que está de acordo com as orientações e que ele tenha use critérios justos para me avaliar. No final diga onde posso melhorar e onde fui bem, afinal, avaliação é uma maneira de nos levar a fazer melhor (aprimoramento).

Ou seja, penso exatamente como o texto apresentado em nossa lição, quando cita as expectativas de um aluno:

Confirmação do recebimento do trabalho e se o trabalho estava completo;

Dedicação de tempo na leitura do trabalho na íntegra, e que o comente com um nível de detalhe apropriado;

Retorno sobre se algum contexto do seu trabalho não estava claro, de forma a que ele pode esclarecer o equívoco;

Comunição com respeito sobre a atividade, o que significa dar-lhes um feedback construtivo;