domingo, 25 de novembro de 2012



Diante dos elementos de Paulo Freire podemos considerar: amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico



O amor consiste da necessidade do encontro, da partilha e a humildade que vem do reconhecimento de que não sabemos tudo e que estamos aprendendo com as pessoas que nos cercam em um processo contínuo de construção, pois já dizia Sócrates: "Só sei que nada sei." A "construção do conhecimento se faz o diálogo"- Paulo Freire. O diálogo é um elemento imprescindível para a relação entre o tutor e o aluno. E nessa relação também são necessárias a fé nos homens e a esperança. Na verdade, é importante acreditar no potencial  dos alunos visto que estão aprendendo e ensinando e tendo a esperança de que esses futuros profissionais serão sementes de um mundo melhor por meio do seu pensar crítico.



Na verdade, sem esperança e fé, não há como se elevar a motivação para dar o melhor de nós mesmos no processo de ensino-aprendizagem, considero que diante das inúmeras sementes que lançamos, haverão aquelas que irão não só germinar, mas também crescer, se desenvolver e frutificar.



Dessa forma, sem esperança e fé, não há como existir amor. Visto que com amor somos assertivos, nos preocupamos com as dificuldades de nossos alunos, e evitamos os conflitos.



Logo, com o "esperança, fé e amor" nos repassamos aos nossos alunos a motivação da busca pelo saber, não nos frustrando do caminhor.



Com relação a humildade considero que seja imprescindível em todo momento. Que segundo, Mário Sérgio Cortella,: "É preciso ter humildade de pensamento, de relacionamento e no exercício do poder. A finalidade do poder é servir e não se servir".



Quanto ao pensar crítico este advém do amor, ou seja, se preocupar em dar ao aluno uma "visão de conjunto" do mundo, da vida, de como sua profissão está inserida nesse contexto, e não apenas de formar "o profissional", "o técnico".

Marcílio

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