Diante dos elementos de Paulo Freire podemos considerar:
amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico
O amor consiste da necessidade do encontro, da partilha e a
humildade que vem do reconhecimento de que não sabemos tudo e que estamos aprendendo
com as pessoas que nos cercam em um processo contínuo de construção, pois já
dizia Sócrates: "Só sei que nada sei." A "construção do
conhecimento se faz o diálogo"- Paulo Freire. O diálogo é um elemento
imprescindível para a relação entre o tutor e o aluno. E nessa relação também
são necessárias a fé nos homens e a esperança. Na verdade, é importante
acreditar no potencial dos alunos visto
que estão aprendendo e ensinando e tendo a esperança de que esses futuros
profissionais serão sementes de um mundo melhor por meio do seu pensar crítico.
Na verdade, sem esperança e fé, não há como se elevar a
motivação para dar o melhor de nós mesmos no processo de ensino-aprendizagem,
considero que diante das inúmeras sementes que lançamos, haverão aquelas que
irão não só germinar, mas também crescer, se desenvolver e frutificar.
Dessa forma, sem esperança e fé, não há como existir amor.
Visto que com amor somos assertivos, nos preocupamos com as dificuldades de
nossos alunos, e evitamos os conflitos.
Logo, com o "esperança, fé e amor" nos repassamos
aos nossos alunos a motivação da busca pelo saber, não nos frustrando do
caminhor.
Com relação a humildade considero que seja imprescindível em
todo momento. Que segundo, Mário Sérgio Cortella,: "É preciso ter
humildade de pensamento, de relacionamento e no exercício do poder. A
finalidade do poder é servir e não se servir".
Quanto ao pensar crítico este advém do amor, ou seja, se
preocupar em dar ao aluno uma "visão de conjunto" do mundo, da vida,
de como sua profissão está inserida nesse contexto, e não apenas de formar
"o profissional", "o técnico".
Marcílio
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