Paulo Freire em seu livro "Pedagogia da Autonomia: saberes necessários a prática educativa" nos apresenta uma verdadeira lição de humanismo social. Sua história é uma verdadeira lição de amor e fé nos homens. Através dos pressupostos estabelecidos pelo mesmo, entre eles: amor, senso crítico, fé, esperança e humildade, percebe-se o valoroso papel que um educador exerce na vida de um educando.
Por amor: podemos descrever, como situação cotidiana, a paixão por ensinar e ao mesmo tempo a alegria pela possibilidade de aprender. O educador deve ser amante do conhecimento que se propõe a transmitir em sala de aula. Desta forma, despertará o mesmo sentimento nos alunos. Por senso crítico: o educador deve ter uma visão sistêmica de todo contéudo. Ao constatar um desvio de finalidade em alguma ideia exposta pelo educando deve o mesmo saber corrigí-la. Se por meio de uma crítica, esta deverá ser construtiva e com o objetivo de encorajá-lo na busca de uma nova resposta. Por fé: O educador deve crer nos seres humanos que o cercam. Acreditar que por meio de uma lição deixada em sala de aula muitos alunos terão a chance de modificar a realidade de suas vidas. Por esperança: O educador deve acreditar em dias melhores. Se existem dificuldades, as mesmas certamente serão vencidas por todos. E, por último, a humildade. A humildade, penso eu, é a "arma" mais importante desta prática educativa. O educador deve ser humilde o suficiente para não se saber melhor que o educando. Educar nunca será uma via de mão única. Diante disso, é necessário ter a consciência de que ensinar é aprender e vice-versa.
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